11ª temporada de Supernatural: CW confirma planos para o futuro da série

Nesta semana chegou ao final a 10ª temporada de Supernatural, de forma épica a série mais uma vez conseguiu virar o jogo e aumentar as expectativas em relação a próxima temporada. Alguns falavam: "Depois do Apocalipse, qual grande mal os Winchesters poderão enfrentar para superar o enredo da 5ª temporada?". Jeremy Carver, produtor executivo, conseguiu construir a história de um modo espetacular, fazendo a série ganhar um novo 'gás' e introduziu uma mitologia nova onde os mais negativos poderão deixar florescer a dúvida do que vem por aí...

Um mal igualmente ou talvez, mais incontrolável que o Apocalipse irá envolver os acontecimentos da 11ª temporada (CW confirma renovação da série para 11ª temporada). Existe ainda a possibilidade do surgimento de uma aliança entre céu e inferno para tentar deter "A escuridão", ou o finalmente aparecimento de Deus e a volta dos seus Arcanjos...Muitas possibilidades, muita ansiedade! Mas, quando estreará a próxima temporada? Provavelmente, na segunda semana de outubro, que é quando normalmente eles escolhem lançar a grade do canal no segundo semestre com as novas temporadas das séries (mas, nada foi confirmado ainda).


Quando se trata de longevidade do show além da próxima temporada, tudo o que podemos dizer agora é que não há planos no momento para o canal acabar com ela. Durante o Upfronts 2015 (Conferência que tratou da grade da emissora 2015/2016), o presidente do canal CW, Mark Pedowitz expressou o desejo de continuar com a série por longo tempo ainda, afirmando que eles não têm "nenhuma intenção de [a próxima temporada 11] ser a última". E segundo o seriable, acrescentou ainda:
"Enquanto os caras quiserem continuar fazendo e a audiência continuar segura, continuaremos."

E pelo que podemos perceber a audiência continua firme e mantendo uma média satisfatória para os limites da CW (ainda mais para uma série com 10 anos), além disso Supernatural é uma série com o orçamento baixo (comparando com outras do mesmo canal) e com ótimo retorno financeiro, graças ao forte fandom que adquirem tudo relacionado a série (desde box de temporadas à produtos diversos), sem falar no número de convenções de fãs lotadas que o elenco faz pelo mundo (Uma das poucas séries que conseguem manter uma agenda constante de interação e momentos com seus fãs).


Pedowitz (o chefão da CW) já deixou claro que é um grande fã do show, e vai mantê-lo pelo tempo que puder, para eles se a audiência agrada e os atores Jared Padalecki e Jensen Ackles continuarem querendo participar, não tem justificativa para terminar. Até porque, é difícil imaginar a série sem qualquer um dos atores no elenco.

Tudo que sabemos é que Jared e Jensen estão muito mais felizes agora com a série, por causa de mudanças sutis, mais importantes, como a contratação dos atores Misha Collins e Mark Sheppard como regulares para esta temporada, pelo menos, com isso eles ganharam um pouco mais de tempo, em vez de terem que se responsabilizar por toda a história do show e consequentemente, pela maioria das cenas como eles fizeram por algum tempo. Além disso, nós imaginamos que a equipe da série é uma máquina bem oleada e eles conseguem agilizar o trabalho de modo a gravarem várias cenas consecutivas. O que não justifica a sobrecarga de trabalho dos atores.

Também é importante citar aqui que a CW continua interessada em manter boa parte do fandom de Supernatural como telespectador do canal, através de algum tipo de spin-off (uma série derivada de outra), mantendo assim, o legado vivo. Eles já tentaram algo parecido com "Bloodlines", porém a ideia se desmoronou rapidamente, pois a história não era tão interessante assim...Mas, cá pra nós. Supernatural é uma série difícil de se fazer um spin-off, pelo simples fato de muito do seu DNA encontrar-se na química entre seus atores principais.

Tudo o que espero é que não importa o que aconteça, a série tem que continuar forte criativamente. Nós adoraríamos ver novas mitologias ou monstros introduzidas na próxima temporada. E vocês o que desejam para o futuro da série? Gostariam que houvessem mais temporadas? Ou acha que já está próximo do fim a saga dos Winchesters? Deixe sua opinião nos comentários!

Elenco de Supernatural canta e dança "Shake It Off" em vídeo de paródia

Aposto que você nunca imaginou seus atores favoritos do elenco de Supernatural, dançando e cantando Taylor Swift! Pois é...isso realmente aconteceu na mais recente paródia do canal do youtube The Hillywood Show, para quem não conhece o trabalho, eles fazem vídeos de paródia de filmes e séries com músicas populares.

O vídeo, que foi lançado na quarta-feira em homenagem a season finale da série, surgiu com o objetivo de homenagear o elenco e se distanciar um pouco de todo o enredo difícil e emocional que envolveu a Marca de Caim. Agora que a temporada acabou, é hora de assistir Sam e Dean cantando e dançando ao som de "Shake It Off" da cantora
Taylor Swift.
 
E claro que a galera do The Hillywood Show não poderiam ser os únicos durante toda a diversão. Assim como Swift faz em seu clipe da música, eles tiveram alguns convidados especiais no final da paródia.

Atenção para as participações especiais de todos os seus atores favoritos de Supernatural, incluindo Jared Padelecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Mark Pellegrino, e  muito mais! Confira o vídeo e especialmente, os últimos 7 minutos. Deixe seu comentário, dizendo o que achou da paródia!

 


Conheça Jeffrey Wallace, ator convidado do episódio “Brother’s Keeper”


O ator
Jeffrey Wallace foi visto rapidamente no episódio final “Brother’s Keeper”, ele interpretou o vampiro Reggie que estava sequestrando meninas e matando. Dean, resolveu investir o caso, para tentar ocupar os pensamentos, retardando o efeito da Marca...o que naturalmente, não deu muito certo. E o vampiro Reggie acabou perdendo a cabeça, literalmente. O site Examiner entrevistou Jeffrey e ele não tinha nada mais, do que grandes coisas para falar sobre a sua experiência no set de Supernatural. Confira:

Pergunta: Você interpretou o personagem Reggie no episódio final da 10ª temporada de Supernatural,  “Brother’s Keeper”. O que você pode compartilhar sobre sua experiência na season finale da série?

Resposta: Depois que minha boa amiga e agente Leyla Carreira me chamou para dizer que eu estaria trabalhando com a equipe incrível de Supernatural, eu quase morri quando entrei no set e fui para o céu. Cada um do elenco e a equipe são fantásticos de se trabalhar. Eu só espero que os fãs curtam.

[Spoiler] Perguntas que serão respondidas na 11ª temporada de Supernatural

A season finale deixou os fãs de Supernatural enlouquecidos, pois foi repleta de acontecimentos inesperados, o que pensávamos que iria acontecer...terminou nem se concretizando, e o que nós nem sabíamos que existia terminou acontecendo..rs..muito louco! Como se não bastasse os problemas atuais, surgiu um novo e imenso mal engolindo os irmãos Winchesters (será que eles ficarão bem? será que se machucarão?) e Castiel controlado por um feitiço de Rowena atacou Crowley.

Ninguém tem certeza mais de nada, e não temos ideia para onde a série nos levará, mas é evidente que "A escuridão" desempenhará um grande papel na temporada 11 (CW confirma renovação da série para 11ª temporada), isso aliado aos vilões Rowena e Metratron que continuam aprontando em liberdade. Sem falar na traição que a Morte sofreu e fica aquele "medo" dela retornar e se vingar. Será que isso é possível? Aprendi que em Supernatural tudo pode acontecer! Basicamente, as coisas não estão nada boas para os Winchesters e seus aliados.

(1) O que é "A Escuridão" e o que acontece agora com ela livre?

Na season finale, Morte revelou que a "Marca de Caim" está ligada a algo maior do que ninguém jamais esperava. Ficamos sabendo que não era uma maldição que Lúcifer ofereceu a Caim, e sim uma armadilha.

Antes de Deus criar o mundo, antes de haver luz,existia uma grande "força amoral, destrutiva e sem escrúpulos" chamada "A escuridão". Deus e seus arcanjos conseguiu reprimi-la depois de uma terrível guerra. Deus trancou a escuridão e criou a Marca para servir como fechadura e chave, confiando-a a Lúcifer (seu mais estimado tenente). Mas Lúcifer foi conduzido ao ciúme da humanidade pela marca (que começou a ter vontade própria e influenciar) e ele passou a Marca para Caim. Enquanto a Marca existir, a escuridão estará trancada. Mas, quando Rowena realizou o feitiço para remover a marca de Caim, acabou desencadeando a Escuridão na Terra, o que vimos até agora foram raios e uma grande fumaça escura destruindo tudo que tinha contato, inclusive os irmãos Winchesters e o Impala. Então, basicamente, o que mais temos são perguntas neste momento!

Mais importante ainda, é saber como esta escuridão irá se manifestar na Terra? Nós vimos demônios como fumaça preta que precisa possuir humanos. Nós vimos os Leviatãs se disfarçarem como humanos para se misturarem e anjos ocuparem receptáculos. Mas, como a escuridão parecerá? Será que vai possuir as pessoas? Será que será capaz de tomar forma humana sem a necessidade de possuir pessoas?

Em alguns aspectos, a Escuridão poderá ser comparada ao Apocalipse da 5ª temporada, um problema enorme, universal que ameaça destruir toda a Terra. Isto dá aos Winchesters a oportunidade de combater uma ameaça externa terrível. Mas, o que pode humanos, anjos ou demônios menores fazerem para derrotar uma força que levou Deus e os anjos mais fortes enfrentarem? O que, na verdade, nos leva a segunda pergunta...

(2) Será que os Arcanjos e o próprio Deus, serão necessários para a ajudar a lutar contra a escuridão?

A morte deixou claro que Deus e seus arcanjos eram necessários para derrotar essa força terrível que assola o universo antes da criação tal como a conhecemos, então a questão permanece: será que vão ser necessários novamente? Se antes foi necessário a força de tantos seres poderosos para derrotar a escuridão, isso será exigido desta vez também?

Se for isso, vai ser uma baita confusão. Pois, Deus não tem sido visto desde a temporada 5, a não ser que entramos em um acordo de que Chuck é realmente Deus, sem falar que a maioria dos arcanjos estão ou mortos (Rafael), presos no inferno (Lúcifer e Miguel) ou supostamente morto (como é o caso do Gabriel).

Se assumirmos que o enredo da escuridão poderá durar tempo suficiente para nos levar até o fim da série Supernatural (talvez na 12ª temporada? Isso ainda não é certo! É só suposição...), então isso poderia ser um momento oportuno para trazer Deus, Lúcifer e/ou Michael de volta para um confronto final em escala celestial. Entretanto, se isto não acontecer...devemos lembrar que os Winchesters foram capazes de impedir o Apocalipse antes, vai ser interessante ver como eles serão capazes de derrotar uma força como a escuridão, sem a ajuda dos anjos. Se Deus e os arcanjos não estão disponíveis, devemos assumir que alguns anjos menos poderosos (como Castiel, Hannah e outros que já conheci ao longo dos últimos anos) serão, pelo menos, capazes de ajudar a lutar contra a escuridão?

(3) Rowena será um novo grande mal?

Rowena provou-se uma personagem inteligente. Sua antipatia por seu filho, Crowley, é clara, mas ela também estava disposta a usar sua posição como "Rei do Inferno" a seu favor. Quando isso não funcionou, ela fez um acordo com Sam e foi capaz de roubar o "Livro dos Condenados" bem na frente de Castiel e Crowley. Agora ela está armada com um poder indescritível e um desejo de vingança. Ela deixou a destilaria abandonada no final pensando que Castiel iria matar Crowley, mas qual será seu próximo passo? Será que ela vai tentar governar o inferno, pensando que seu filho está morto e o trono desocupado? 

(4) Será que Cas se livrará do feitiço de Rowena?

As coisas não estão melhores para Castiel agora. Quando Rowena traiu ele e Crowley, ela também colocou a "magia cão de ataque" no anjo, transformando-o em uma criatura feroz para matar Crowley. Nós vimos Rowena usar esta magia especial antes, mas em um dos casos, matou a pessoa que estava sob seu controle. Ainda assim, Castiel será capaz de combater os efeitos? Se Castiel sucumbir ao feitiço totalmente, como Crowley vai sair dessa? Será que vamos ver um confronto entre demônio e anjo na estréia da temporada 11?

(5) Onde estará Metatron e a Tábua dos Demônios?

Quando o vimos pela última vez, o ex-anjo havia fugido com a tábua dos demônios. Como um ser humano, ele pode não ter sido um grande problema para Castiel e os Winchesters. Mas ele possui as habilidades necessárias para lê-la e quem sabe o que ele pode fazer com esse tipo de poder? Considerando o quão furioso ele está, pelo fato dos anjos o capturarem, após sua tentativa fracassada de se tornar o novo Deus, é provável que ele tenha uma agenda pessoal contra eles e contra Castiel, poderá até tentar usar a tábua dos demônios para isso.

(6) Será que restará algum efeito da Marca de Caim em Dean?

Esta parece ser a pergunta mais fácil de responder, mas nós temos que saber se haverá qualquer sentimento remanescente da Marca em Dean. Vamos assumir que ele deixará de ser um assassino, após a remoção da marca, mas será que ele terá sequelas? Certamente, o trauma psicológico poderá ficar com ele por um tempo, mas será que ele vai ignorar isso, agora que os Winchesters terão um mal maior para combater?

(7) Como ficará a relação os irmãos Winchesters?

Nós já vimos um monte de discórdia entre os irmãos Winchester nos últimos anos. Nesta temporada, vimos Sam absolutamente determinado a salvar seu irmão da marca, enquanto Dean parecia resistir a todas as tentativas de ajuda, para que não resultassem em consequências terríveis. Quando Charlie morreu, Dean parecia convencido de que o fato de Sam ter mentido e armado a situação para decodificar o "Livros dos Condenados" pelas suas costas, foi o que matou a nerd.

Quando Dean pediu ajuda à Morte para lidar com a Marca, esta prometeu colocá-lo em algum lugar onde ele não faria mal a ninguém, nunca mais...Mas, para fazer isso, Dean teria que concordar em matar o Sam (Isso porque, eles sabiam que Sammy nunca desistiria de achar uma forma de salvar seu irmão). Eles brigaram, até que Sam desistiu e aceitou que Dean o matasse. Mas, Sam fez um discurso emocionado, mostrou uma foto dos dois ainda crianças, juntamente com a sua mãe. Lembrou de seu amor por sua família, e Dean percebeu que era incapaz de matar Sam.

Agora, os irmãos foram engolidos pela escuridão. Nós não sabemos como a escuridão vai se manifestar ou o que vai acontecer com os irmãos, mas nós esperamos que eles enfrentem este desafio juntos. É provável que exista mais drama emocional vindo por aí...mas, o final parece um bloco de construção de um relacionamento mais forte daqui para frente. Desde que possam chegar a acordo sobre um plano adequado de ação contra a escuridão, para combatê-la juntos.

E vocês o que acharam da season finale? O que acham que irá acontecer daqui para frente?? Gostaram das novidades? Compartilhe sua opinião conosco!!

[Ratings] Audiência do Episódio 10.23 - "Brother’s Keeper" (CW - 20/05)


Segundo dados divulgados pelo site Tvbythenumbers a audiência alcançada pelo Episódio 10.23 - "Brother’s Keeper" de Supernatural, durante transmissão no canal americano The CW na noite de quarta-feira (20/05/2015) às 21h foi de 1,78 milhões de telespectadores. A audiência aumentou em relação ao último episódio, mas ficou longe de fazer jus ao enredo emocionante da season finale. Espero que a CW reconsidere a alteração de dia de transmissão e que venha a 11ª temporada, que já foi confirmada e começará as filmagens em julho (saiba mais)!!!




 
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[Legendado] Download do Episódio 10.23 - "Brother’s Keeper" de Supernatural

SINOPSE: Dean (Jensen Ackles) toma uma  decisão  chocante sobre a Marca  de Caim que  pode mudar não  apenas  a sua  vida, mas a de Sam (Jared Padalecki)  também. Enquanto isso é chegado o momento do  confronto entre  Crowley (Mark Sheppard) e Rowena (Ruth Connell), e  Castiel (Misha Collins) se vê  no meio desse  duelo  de titãs.

Data de Transmissão: 20/05/2015
Título: “Brother’s Keeper”
Episódio: 23
Temporada: 10
Legenders: Ghostfacers


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Misha Collins virá ao Brasil em Dezembro participar da CCXP

Plantão sobrenatural: Em breve um anjo aterrissará em terras tupiniquins !

Brincadeiras a parte, nosso querido ator Misha Collins, intérprete do anjo Castiel participará da CCXP - Comic Con Experience 2015. O evento acontecerá de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo.

Misha Collins marcará presença em painéis onde dentre muitos assuntos, falará sobre sua carreira na TV e cinema, e também participará de encontros com os fãs para fotos e autógrafos.

Misha Dmitri Tippens Krushnic nasceu em Boston, Massachusetts, em 20 de agosto de 1974 é ator, diretor e produtor estadunidense. Ganhou destaque por seu papel como o serial killer Paul Bernardo no polêmico filme Karla e por sua notoriedade como intérprete de Castiel, na série Supernatural.


Teve uma infância muito pobre, a família foi despejada constantemente. Por conta disto, ele esteve  em uma escola nova pelo menos uma vez por ano. Após  terminar o colegial,  Collins frequentou a Universidade de Chicago para estudar Teoria Social

Durante o período universitário passou alguns meses em reclusão em um mosteiro no Tibete. Mudou-se para Washington com sua então namorada do colegial, agora esposa, Victoria Vantoch, para  cursar uma Faculdade de Direito e começar uma empresa de software. Em Washington  obteve um certificado do curso de EMT (Emergency Medical Technician).

Trabalhou por seis meses na National Public Radio em um programa chamado "Weekly Edition" e estagiou por seis meses no Gabinete Pessoal do Presidente da República da então administração do presidente Bill Clinton. No dia 23 de setembro de 2010 Collins e sua esposa Victoria Vantoch tiveram o seu primeiro filho, chamado West Aniximander Collins (referência à um dos primeiros filósofos gregos, Anaximandro) e no dia 25 de setembro de 2012, nasceu sua filha Maison Marie Collins.

A primeira atuação de Collins foi para um público não-pagante quando tinha apenas 4 anos de idade. O espetáculo durou 3 horas e foi realizado no teatro da University of Massachusetts Amherst.

Sua primeira audição profissional foi para o filme Liberty Heights do cineasta Barry Levinson. Atuou na série Legacy, em seguida, interpretou um pequeno papel no aclamado filme Girl, Interrupted. Depois disto e por isso, decidiu mudar-se para Los Angeles e atuar em tempo integral. Desde então, participou de séries como Charmed, ER, CSI, Monk e Nip/Tuck.

Seu primeiro papel de destaque foi como o vilão Alexis Drazen, na primeira temporada da série 24 Horas. Porém, Collins explodiu, ao interpretar o anjo Castiel, a partir da quarta temporada da série Supernatural,  acabou ganhando um papel fixo na série, permanecendo no elenco até os dias atuais
Collins é budista e todos os anos faz um retiro de 10 dias para o Nepal, onde já passou seis meses em um mosteiro. E quando universitário, um de seus empregos foi de carpinteiro, para poder pagar os estudos e ajudar sua mãe com câncer. A carpintaria é uma de suas paixões até  hoje.
Em seu tempo ocioso, Collins pode ser encontrado fazendo canoagem, ciclismo, correndo ou fazendo caminhada nas montanhas. Ele também pratica snowboard, esporte inclusive , que o levou a fazer viagens de inverno , onde construiu e dormiu em iglus. Collins também é um poeta com trabalhos publicados no "The Columbia Poetry Review", "The Quarterly California"  e outros jornais literários.


Collins postou  em  seu twitter : Finalmente vou para o Brasil! Estarei na @CCXPoficial; em dezembro! Quem aí se candidata pra  me  ensinar a sambar?

Alguém aí  se  candidata?

ATENÇÃO : Os ingressos para a CCXP 2015 começarão  a ser vendidos em 9 de junho, a partir do meio-dia. Para saber mais novidades, siga os perfis da CCXP - Comic Con Experience no Twitter e no  Facebook e visite o  site oficial  da CCXP. Entre os convidados estrangeiros já confirmados na CCXP 2015 estão Esad Ribic , Alex Maleev Mark Waid Francis Manapul John Totleben Jae Lee e June Cheung . Ano passado, a CCXP reuniu 97 mil pessoas em quatro dias e foi o maior evento indoor em primeira edição da história do Brasil.


[REVIEW] Comentando o Episódio 10.22 - "The Prisoner" de Supernatural


"The Prisoner" é nada menos que o vigésimo quinto episódio escrito pelo jovem e experiente Andrew Dabb (foto), que integra a equipe de roteiristas da série desde a 4ª temporada, estreando a cargo do roteiro no memorável 4.06-"Yellow Fever"O episódio foi dirigido pelo experiente Thomas J. Wright (foto), integrante da equipe de direção na série desde a sétima temporada, sendo este seu nono episódio a cargo da direção. A edição do episódio ficou a cargo de James Pickel (foto), experiente integrante da equipe de edição da série que iniciou como assistente de edição durante sete episódios no decorrer da 7ª temporada, estreando em 7.02-"Hello, Cruel World". atuando como Editor a partir da oitavo ano.

  
Andrew Dabb (Escritor)          James Pickel (Editor)         Thomas J. W. (Diretor)


O penúltimo episódio da décima temporada resgata a linearidade narrativa apresentada no início da temporada, introduzindo um “Nerd” em pleno Bullying na saída do colégio em um curioso prólogo intermitente. Mas este “momento teen” é o pretexto introdutório articulado ao roteiro por Andrew Dabb para retificar a soberania onipresente da família Styne. Ao ser afrontado pelo valentão, Cyrus (Connor Pryce) demonstra perspicácia e acentuada leitura dinâmica, além de estabelecer empatia com o espectador através da misericórdia de poupá-lo da intervenção de Eli. Mas para ele, a família é sagrada e o rapaz acaba fadado a pagar por ter tocado desrespeitosamente no pupilo Styne. Este senso de retaliação sutilmente remete a “Os intocáveis” (série de 1959 adaptada do livro homônimo posteriormente adaptada para o cinema), por retratar o período da Lei Seca nos EUA como um dos eventos históricos influenciados pelos Styne e por atribuir ao legado um conceito alternativo da ideologia dos intocáveis. A partir destas referencias, compreendemos a amplitude proporcionada pela designação dos Styne como os grandes vilões desta temporada. Promissor, pois. A lei seca nos EUA (The Noble Experiment) se iniciou em 1920 até 1933, revogada somente no governo posterior. Decretada pelo 18° edital constitucional, a lei bania a venda, fabricação e o transporte de bebidas alcoólicas em todo o país, culminando no desenvolvimento do comercio ilegal em massa por gangues europeias, sobretudo a máfia italiana (outra aliança dos Styne), liderada por Al Capone. Em síntese, como mencionou Eldon no episódio anterior, toda esta (entre tantas outras) crise nacional nada mais foi do que um plano bilateral arquitetado pelos Styne.

Charlie se foi e Dean está irredutível como nunca. Para dirigir a cena de luto dos irmãos, Thomas J Wright utilizou-se dos mesmos recursos representativos que Robert Singer em 9x10 -“Road Trip”, o Post-mortem de Kevin que foi a extensão da cena final de 9.09-“Holly Terror”, também (muito bem) dirigido por si. O silencio ensurdecedor revestido por lembranças ecoando no consciente da dupla despertam uma reação em cadeia de sentimentos, transmitidos com louvor pela ótima atuação da dupla “J.J” ao som de “Wherever You Wanna Go” de Patty Griffin como background. O equilíbrio na desarmonia entre ambos foi tão naturalmente preciso quanto peças de quebra-cabeça e traz a sensação de que este é pior dos conflitos protagonizados por ambos. Inerte, Dean sequer consegue olhar para Sam que, por sua vez, exprime angustia e aflição em cada gesto, sobretudo diante das palavras mais dolorosas que o primogênito já direcionou ao caçula Winchester.

Como outrora ocorrera com Eldon, Cyrus está preso na imposição do legado Styne acima de seu livre-arbítrio. Mas diferente de Eldon, que definitivamente abraçou seu destino no episódio passado, o nerd intenta o oposto. Mas ingenuidade e aversão não cabem nos planos desta família. Apesar da resistência, o Jovem é forçado a experienciar sua primeira “manipulação cirúrgica”, tendo como cobaia seu agressor no colégio para servir de estímulo. O close nos olhos do cadáver que aparenta fita-lo transmite a densidade tétrica da sinistra família e marca a transgressão de Cyrus. De que forma isto o afetará além das lágrimas? 

Enquanto isso, Sam volta ao esconderijo para desfazer todo seu plano conforme Dean ordenou, até ser surpreendido com o email de Charlie com a decifração do codex em anexo, proporcionando mais reviravoltas à trama. É gratificante ver que o sacrifício de Charlie não foi em vão. Todavia, Rowena cumprirá sua palavra? As novas regras da bruxa dobram o peso nas decisões de Sam que se agravam ao retomar o acesso aos hieróglifos do livro, contrariando Dia novamente. Podemos julgar Sam entre a cruz e a espada? O próprio John Winchester deu a vida para poupar os filhos ao violar o imaculado negócio da família; Charlie tomou a mesma decisão no fim das contas e o próprio Dean mais que qualquer outro jamais pensou duas vezes, custasse o que fosse. Logo condenar Sam é no mínimo, injusto. Afinal, existe negócio da família sem família? Por outro lado, viveríamos sem Crowley? Este twist no roteiro literalmente nos leva a uma encruzilhada onde os efeitos colaterais se tornam ferramentas na execução do inevitável... E agora?

Atiraram no Rei! Assim somos tão surpreendidos quanto o próprio ao cair na armadilha de Sam, que não hesita em alveja-lo. Através da recorrência de situações culminantes, Dabb propicia um tenso, inesperado e bem-vindo “momento Samley” em contraponto à proeminente parceria cênica de “Deanley”, pincelado com uma fotografia obscura e nebulosa que favorece visualmente a atmosfera de suspense com doses de ambiência claustrofóbica. Enquanto isso, Dean trilha sozinho seu projeto vingança em Shreveport. A “cidade Styne” emana exuberância em cores vibrantes a luz do dia e certo tom sombrio à noite. Tudo com um sobressaliente classicismo na arquitetura de tons claros (branco e gelo) em referencia ao cientificismo como alicerce do império Styne. Dean não encontra dificuldades para adentrar o recinto, mas o impetuoso vingador sobressaiu-se ao caçador estrategista, sendo facilmente rendido nos “aposentos reais”. O Jazz tocando ao fundo no Hall de entrada da mansão remete aos Speakeasies, os recintos difusores do estilo musical, onde ilegalmente se vendia o álcool banido pela lei Seca, bem como os capangas de Monroe revestidos de submetralhadoras, no melhor estilo gangster dos anos 30. Aliás, Nova Orleans, maior cidade do estado de Louisiana, é um dos berços da Jazz Music. Sim, caros. Supernatural também é cultura!

Suprise Motherfucker! Presenciar o Rei ao chão, baleado, sucumbindo à tortura do “feitiço materno” e se engasgando no próprio sangue, nos faz roer unhas e temer por seu fim. SQN! Sua sensibilidade no decorrer da temporada, proveniente dos resquícios de seu exorcismo, fora uma espécie de aprendizado inverso para sua definitiva ascensão. O vibrante despertar do “demônio dos olhos vermelhos” resgata talvez pela primeira vez, a onipotência de Crowley em sua plenitude, perpetuada na impecável atuação de Mark Sheppard, que transcende do prostrado ao bravio convictamente, despertando verdadeiro temor em Sam. Este por sua vez, suspira aliviado ao ser poupado pela leniência na misericórdia do ultimo Macleod. Hail to the King, Bitches!

Já na mesa do laboratório de horrores Styne, Dean se vê pronto para ser manipulado como rato de laboratório. A perspectiva individual invertida na captação da câmera em closes é outro recurso imagético bem utilizado por Thomaz J. Wright para transmitir com fidelidade a aflição do momento. Mas o clímax viria a seguir na reação da marca numa surpreendente virada de mesa. Que Supernatural detém ao longo de sua trajetória um soberbo time de diretores e roteiristas é fato consumado e incontestável. Mas Thomas J. Wright se destaca na direção de cenas de ação. Não por acaso, foi escalado para dirigir episódios com memoráveis e decisivas cenas de ação, como no confronto entre Cole e Deanmon em 10.02–“Reinchenbach”. Através de ângulos alternativos e enquadramentos panorâmicos, Thommy proporciona ampla perspectiva na eletrizante sequencia do laboratório. Destaque para a  ótima edição de James Pickel.

Ao invadir o Bunker escoltado apenas por Roscoe (Josh Emerson) como assecla e Cyrus como “menor aprendiz”, podemos constatar a coerência na repreensão de Monroe à Eldon. Ele provou ser um Styne promissor que teve uma ótima ideia arquitetada de forma pífia. Mas não se enganem, pois este aparente amadorismo prático na realidade é um reflexo do maior ponto fraco desta déspota legião: A prepotência de subestimar o oponente. Game Over Stynes! O único “porém” no confronto entre Eldon e Dean seja talvez a rapidez, uma vez que esperávamos um duelo de titãs. Mas apesar dele merecer um fim lento e doloroso, sua breve morte sela a justiça por Charlie acima do descontrole da marca. Em contraponto, o efeito da marca repercute em Cyrus.

Castiel quer nos matar do coração! A coragem de tentar impedir Dean, cogitando inclusive ferí-lo se torna um blefe na tentativa de resgatar o equilíbrio para que sua humanidade prevaleça. Arriscado sim, porém nem de todo falho, já que apesar da surra, a vida do anjo acaba poupada. Em síntese, a morte de Charlie se tornou o equilíbrio necessário para que Dean não sucumbisse à marca, pois o ódio e o desejo de vingança são sentimentos naturalmente humanos, logo a humanidade prevaleceu. Mas até quando? A partir disso, também se compreende melhor como Caim conseguiu controlar o poder da marca: A dor e a culpa incomensuráveis, sentimentos humanos, foram o alicerce de seu controle. Genial.

Com um roteiro inspirado, repleto de referências culturais, direção e edição enxutas e atuações precisas, “The Prisoner” facilmente se classifica como um dos melhores episódios da temporada. Assim sendo, o que esperar para o Season Finale? Veremos Deanmon? Quem morrerá? Quem sobreviverá?

...Continua no próximo episódio!


 Se você ainda não viu o Episódio
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